Um procurador na Justiça

Eugênio Aragão respondeu a um processo administrativo por atrapalhar as investigações da Polícia Federal no mensalão, mas também deu parecer favorável ao compartilhamento de provas com a Lava Jato no processo de cassação de Dilma Rousseff no TSE.

A nomeação de um petista não surpreende, mas a insistência de Dilma em querer um membro do Ministério Público no comando institucional da Polícia Federal sugere cautela.

Além disso, Aragão é muito, muito próximo, de Janot.

Faça o primeiro comentário