Uma amizade que deve acabar

Gustavo Franco, ex-presidente do BC, assim definiu sua esperança para 2017, em artigo para o Estadão:

“2017 talvez passe à história como o ano em que reencontramos o caminho de casa. Quem sabe, o ano em que acertamos a mão nos assuntos fiscais.”

Mas faz uma ressalva:

“A esbórnia fiscal e a corrupção são frutos da mesma árvore, são parentes próximos, amigos da vida inteira.”

Ou seja, para o bem do Brasil, essa é uma amizade que deve acabar o quanto antes, via Lava Jato e austeridade fiscal.

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