Uma chacina superfaturada

Há indícios de superfaturamento, conflito de interesses e má gestão do dinheiro público pelas duas empresas que administram os presídios no Amazonas, a Umanizzare e a Multi Serviços.

A afirmação é do Ministério Público de Contas do Estado, que protocolou pedido, agora à tarde, para que o Tribunal de Contas cancele os seus contratos.

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