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"Uma defesa explícita de quem comete ilícitos"

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Rodrigo Janot, depois de dar uma entrevista ao Estadão, fez um comentário sobre os editoriais do jornal.

Ele disse:

“Foi um prazer falar com você. Respeito a imprensa. Sem imprensa livre não teremos democracia. Mas eu espero que o meio de comunicação em que você trabalha tenha um pouco mais de isenção em fazer análises de trabalhos técnicos e não julgamentos políticos sobre decisões técnicas. Não sei, porque não é do meu conhecimento, se isso tem alguma vinculação com o financiamento público da empresa ou amizades antigas entre pessoas do meio de comunicação e políticos que os vinculam muito proximamente, mas isso a história dirá. Eu recomendaria a leitura atenta pelos jornalistas de O Estado de S.Paulo dos editoriais que saem. Realmente eu não tenho estômago para ler mais, porque é uma defesa explícita de quem comete ilícitos e finge que essa pessoa não cometeu ilícito nenhum, o ilícito é cometido por quem investiga. Mas isso a história vai dizer. A história e o mercado, com certeza.”

Comentários

  • Lopes -

    Explico , ao taxarem Bolsonaro como extremista os esquerdonistas Mário e Diogo estão sendo condescendentes com o crime institucionalizado praticado pelo sistema há anos. Quando aparece alguém para contestar toda a bandalheira é chamado de radical . Vcs do antagonista são meros esquerdistas limpinhos.

  • Pedro -

    O Janot deu imunidade total para o megacorruptor Joesley Batista e fica agora reclamando de editorial de jornal. É o fim da linha para esse cínico.

  • Incluso -

    É a turma de “amigos da lei” de Temer. Pesquisem no próprio Estadão. Devem estar pagando muito para se passarem por “editorialistas”... Ah, Edgar incluso...

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