Um legítimo recuo

Rodrigo Maia havia prometido que a votação do processo de cassação de Eduardo Cunha ocorreria em agosto, mas já reconhece que pode haver adiamento.

“Tudo é legítimo. A oposição quer votar amanhã, como exemplo; a base do governo, depois do impeachment. Do ponto de vista político, tudo é legítimo. Não tem nada sendo postergado. Do meu ponto de vista, o que é importante: respeitando a média histórica dos processos de cassação nesta Casa, respeitando a opinião dos líderes, vou tomar uma decisão durante o dia de hoje. Não haverá nenhuma decisão que saia da curva histórica”, disse, em O Globo.

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