UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA INFILTRADA

No relatório da Operação Greenfield, obtido por O Antagonista, os procuradores dizem que há “indícios de existência de uma organização criminosa (formada por dezenas de pessoas) infiltrada em diversos Fundos de Pensão”.

Segundo o MPF, a Orcrim “é perigosa não somente pelos métodos sofisticados que emprega e pela rede de network empresarial que acessa, mas também por ter em seu poder, para gestão a incrível quantia de quase R$ 300 bilhões.”

Isso só considerando os quatro maiores fundos: Previ, Petros, Funcef e Postalis. No cálculo dos procuradores, foram prejudicados mais de 417 mil servidores ativos e mais de 1 milhão de dependentes.

“A má gestão desses recursos garantidores de benefícios dos quatro mencionados Fundos de Pensão é a causa principal do rombo acumulado que já ultrapassou, no ano passado, a faixa dos R$ 50 bilhões de reais.”

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