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União Brasil quer eleger 12 governadores

Partido que nasce da fusão do DEM com o PSL tenta atrair governadores de outras legendas com milhões em fundo eleitoral e mais tempo de TV
União Brasil quer eleger 12 governadores
Montagem/ O Antagonista - Fotos: Câmara dos Deputados e Prefeitura de Salvador

A fusão do DEM com PSL, que será formalizada daqui a pouco em Brasília, deve garantir entre 10 e 12 candidatos a governos estaduais em 2022 — alguns à reeleição. Estão na lista alguns já filiados a uma das legendas, como Ronaldo Caiado (Goiás) e ACM Neto (Bahia), e também possíveis novos membros do União Brasil, como Romeu Zema (MG) e Geraldo Alckmin (SP).

“O partido pretende nascer com toda a força nos estados. A gente calcula que deve ter entre dez e 12 candidatos a governador, todos com bastante competitividade, nomes sólidos no Brasil”, disse ao Globo o próprio ACM Neto, que preside o DEM.

Nas últimas semanas, Zema se encontrou com ACM e com o deputado Junior Bozzella (SP), um dos vice-presidentes do PSL. O governador de Minas Gerais está incomodado com o racha do Novo em relação a Jair Bolsonaro e pode deixar a legenda.

Alckmin também adiou sua transferência do PSDB para o PSD, de olho na possibilidade de ingressar na nova sigla. Na quarta-feira passada, se reuniu com o comando do PSL de São Paulo.

“No Ceará, o deputado Capitão Wagner (PROS) negocia ingressar na nova legenda e disputar o governo estadual. No Amazonas, a entrada no novo partido do veterano Amazonino Mendes, que deixou o Podemos em julho, é dada como certa para concorrer ao governo local. Em Pernambuco, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, trocou o MDB pelo DEM no fim de setembro e deve ser o candidato da nova legenda.”

O União Brasil terá os maiores fundos partidário e eleitoral, além de mais tempo de TV.

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