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Urgente: Anvisa conclui votação e aprova importação da Sputnik V com condicionantes

Vacina russa pode ser aplicada apenas em até 1% da população dos estados importadores
Urgente: Anvisa conclui votação e aprova importação da Sputnik V com condicionantes
Foto: Divulgação/Sputnik V

A Diretoria Colegiada da Anvisa acaba de concluir formalmente a votação de novo pedido da importação da Sputnik V, com condicionantes.

O pedido foi feito por governos do Nordeste.

Entre as condicionantes previstas pela relator, Alex Campos, está aplicar a vacina, inicialmente, em no máximo 1% da população. No caso da Sputnik V, em até 1% da população dos estados responsáveis pela importação.

Além disso, a aplicação da vacina deve ser restrita a centros de saúde “com capacidade para atendimento a eventos adversos imediatos”. 

Tem mais. Os governos estaduais, autores dos pedidos de importação, devem suspender imediatamente a importação, distribuição e uso da vacina russa caso a OMS reprove seu uso emergencial.

Os estados devem ainda comunicar à população que a Sputnik V não possui avaliação da Anvisa sobre qualidade, eficácia e segurança.

A apresentação do relatório técnico da vacina russa, disse Campos, “traduz-se em substancial mudança do quadro probatório, uma vez que a deliberação anterior, como já mencionado, seguiu e evoluiu sem se pautar pelas balizas de tal relatório”.

Em 26 de abril, a Anvisa rejeitou um pedido de importação da vacina russa – entre outros motivos, pela falta de documentação.

“Em síntese”, disse Campos hoje, “esse documento inexistia e agora foi apresentado à agência”.

O Consórcio Nordeste enviou novos documentos à Anvisa em 4 de maio, dias depois de o primeiro pedido ser rejeitado.

Os pedidos de importação da Sputnik V analisados hoje são de Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Sergipe.

Apenas a diretora Cristiane Gomes votou contra.

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