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Urgente: PF investiga gestão Ricardo Barros e faz buscas em endereços de Max e secretário ligado a Ciro Nogueira

Inquérito apura fraude na venda de medicamentos para o Ministério da Saúde entre 2016 e 2018; agentes também cumprem mandados na Precisa e na Global
Urgente: PF investiga gestão Ricardo Barros e faz buscas em endereços de Max e secretário ligado a Ciro Nogueira
Foto: Pedro França/Agência Senado

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais do empresário Francisco Maximiano e das empresas Global e Precisa Medicamentos, envolvidas em esquema de fraude na venda de medicamentos para o Ministério da Saúde, na gestão de Ricardo Barros.

Também é alvo Davidson Tolentino, o “homem da mala” do PP, especialmente ligado a Ciro Nogueira. Na ocasião dos fatos investigados, ele era o diretor do Departamento de Logística do da Saúde. Caiu após denúncia da Crusoé sobre pedidos de propina. Até dia 1 de setembro, era diretor de Revitalização de Bacias Hidrográficas da Codevasf.

Tolentino foi sucedido na Saúde por Tiago Pontes Queiroz, que também é investigado. Atualmente, ele é secretário Nacional de Mobilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), capitaneado por Rogério Marinho. Além de apoio do PP, Tiago é apadrinhado pelo Republicanos e já responde por improbidade.

Segundo a PF, estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e Distrito Federal. A investigação apura os crimes de fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e corrupção ativa.

“Os fatos investigados ocorreram entre os anos de 2016 e 2018 e envolveram a aquisição dos medicamentos de alto custo Aldurazyme, Fabrazyme, Myozyme, Elaprase e Soliris/Eculizumabe pela Diretoria de Logística em Saúde do Ministério da Saúde. Foram encontrados indícios de inobservância da legislação administrativa, licitatória e sanitária, além do descumprimento de reiteradas decisões judiciais, com o aparente intento de favorecer determinadas empresas”, afirma a PF.

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