VACCARI CONTINUA NA CADEIA

O desembargador João Gebran Neto, do TRF4, negou a liminar que pedia a soltura de João Vaccari Neto.

O habeas corpus, porém, ainda deverá ser analisado pelo colegiado.

João Gebran Neto julgou que o segundo processo, ao qual se refere a prisão preventiva, é baseado em provas que não se anulam com a absolvição ocorrida no dia 27 de junho:

“Dessa forma, ainda que aparentemente os requisitos da prisão preventiva possam se confundir, o mesmo não se percebe com facilidade no tocante aos pressupostos, haja vista que estamos a tratar de fatos diversos. Vale dizer, somente a comunhão concreta dos requisitos, desautorizaria novo exame, e não é esse o caso dos autos, pois no decorrer das investigações foram identificadas outras condutas delitivas praticadas pelo paciente que, em linha de princípio, apenas reforçam a necessidade da prisão preventiva como forma de coibir a reiteração delitiva”.

Faça o primeiro comentário