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Vaivém no MEC de Bolsonaro já custou quase R$ 700 mil em auxílio-mudança

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O vaivém de cargos no MEC durante o governo Bolsonaro já custou mais de R$ 690 mil. É o que mostram dados obtidos pela agência Fiquem Sabendo, especializada em Lei de Acesso à Informação.

Ministros e outros funcionários podem receber do governo uma ajuda de custo, tanto na nomeação quanto na exoneração.

Para demitir Rossieli Soares, que foi ministro da Educação no fim do governo Temer, o governo federal pagou R$ 61,8 mil. Para a mudança de Vélez Rodríguez, outros R$ 61,8 mil. Vélez Rodríguez foi demitido em abril de 2019, recebendo mais R$ 61,8 mil. E aí veio a chegada de Weintraub, que recebeu R$ 30,6 mil de auxílio-mudança.

Só essa brincadeira, portanto, custou R$ 216 mil.

O governo Bolsonaro também trocou várias vezes de secretário-executivo, o nº 2 do MEC. Somando apenas as três primeiras movimentações em 2019, o custo foi de R$ 136 mil.

Já as trocas em secretarias e na secretaria-executiva adjunta, somando apenas 2019 e uma movimentação em abril de 2020, perfazem outros R$ 339,7 mil.

Somando tudo, as trocas custaram exatos R$ 692.409,82.

E isso é apenas um dos ministérios.

Adivinha quem paga a conta.

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