Não tem vale-transporte para parentes de vítimas

De Klebsom Cosme da Silva, de 27 anos, pai do bebê Arthur que foi atingido por estilhaços dentro da barriga da mãe, na tarde de sexta-feira, em Caxias, no Rio de Janeiro:

“Não quero saber quem deu o tiro, só quero que a minha mulher e o meu filho fiquem bem.”

Ele também disse ao Globo:

“Queria que o meu filho estivesse no mesmo hospital que a mãe. Estou indo e voltando dos hospitais, tendo que levar documentos de um para o outro, é uma grande burocracia. Não quero ficar muito tempo sem ver o meu bebê”.

O Antagonista lembra que, em 2015, a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou o vale-transporte para visitantes de bandidos presos.

O socialista Marcelo Freixo, que conta com dez seguranças, foi um dos deputados estaduais que votaram a favor.

Já parentes de vítimas, como Klebsom, têm de tirar dinheiro do próprio bolso para ficar “indo e voltando dos hospitais”.

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