Venceu a ‘força do poder político’, diz aliado de Bolsonaro

Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da UDR, era um dos cotados para assumir o Ministério da Agricultura.

Ao UOL, ele disse que com a confirmação do nome da deputada Tereza Cristina para o cargo, venceu a “força do poder político”.

“Apoiei o Bolsonaro desde o início. Nunca fui apoio de segundo tempo.”

Na campanha da corrida presidencial, Tereza apoiou Geraldo Alckmin, de quem chegou a ser cotada para ser vice. Às vésperas do primeiro turno, migrou para o então candidato do PSL.

A grande imprensa está, é claro, atrasada no episódio do convite de Bolsonaro a Sergio Moro... LEIA AQUI

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  1. Que sirva de lição aos aproveitadores, que não são poucos! Eu fiz 3 doações, fiz campanha de graça, arrumei briga, perdi “amigos”, perdi dinheiro, e não quero nada em troca. Só quero um pre

  2. Não entendi, temos duas associações ruralistas, cada um ofereceu um nome para ministro certo ?/ Me parece mais uma matéria para tentar desestabilizar o Bolsonaro, como se ele tivesse traído o ami

  3. Se Bolsonaro tivesse que dar um ministério para cada apoio pessoal que recebeu, estaria frito…calma gente! Ele precisa de apoio parlamentar e optou por não negociar com partidos. É só isso!

  4. Ele quis dizer que a política venceu o técnico. Ao contrário do que dizia Bolsonaro. Creio que o governo de B17 possa ser melhor, mas pelo andar da carruagem, não será muito melhor não.

    1. Calma. As nomeações estão muito boas, sim. Já ouvi muita gente aliviado que ele escolheu ela e não esse Nabhan Garcia. É claro que o cara que perdeu a vaga ia reclamar e tentar desmerecer a Tere

  5. Mi Mi Mi, o cara nem tinha sido nomeado e já tava dando palpite que não poderia juntar os Ministérios. Vai catar coquinho e continuar recebendo seus subsídios financiados com nossos impostos.

  6. 😠 confirmada a nomeação, o Bolsonaro começa a trair suas promessas, nomeia politicamente FHCista, só falta a nomeação de socialista para a educação, assistam o que Olavo Carvalho fala sobre

  7. Agora é que o bicho começa a pegar. Bolsonaro terá de se equilibrar em uma fina corda entre a velha e nova política. Caso contrário não conseguirá aplicar as reformas que pretende.

    1. Eu sou bolsonarista de vistoria camisa e fazer campanha de rua. E não gosto de ver o capitão cedendo tanto assim pro DEM.

    2. Exato. O pessoal acha que é fácil acabar com a “velha política” quando se precisa de 308 votos para uma reforma da previdência. Vai ter que saber negociar sem se comprometer.