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Voltando ao ofício encaminhado ontem a Rodrigo Janot (veja página abaixo), o ministro Gilmar Mendes ressalta que a aprovação com ressalvas das contas apresentadas por Dilma Rousseff “não representava chancela a eventual ilícito de qualquer natureza, passado ou futuro”. E, por isso, manteve o acesso à prestação de campanhas no site do TSE.

Gilmar Mendes prossegue: “Revelando o acerto dessa decisão, em 27 de abril de 2015, foi noticiado pela imprensa, via site “O Antagonista”, que a empresa VTPB, com uma sala de 30m desativada, teria alterado o objeto social, em julho de 2014 — 19 dias antes de emitir a primeira nota fiscal de campanha — a fim de incluir a atividade de ‘impressão de material para uso publicitário’ (…) Com a notícia foi veiculada foto do local, bem como documento relativo à alteração do contrato social”.

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