Vista grossa para a legalização da corrupção

O jurista Modesto Carvalhosa publicou um artigo no Estadão, exigindo que Rodrigo Janot se explicasse por que não deu prosseguimento a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a MP da Corrupção, que embute os acordos de leniência escusos que o governo está fazendo com as empreiteiras do petrolão.

O pedido para que o procurador-geral da República entrasse com uma Adin contra a MP foi feito no último dia 22 de dezembro, pela Associação do Ministério Público e o Instituto Não Aceito Corrupção.

Passados quase dois meses, o procurador-geral da República permanece em silêncio, enquanto as empresas e o governo seguem costurando os tais acordos vergonhosos.

Muito feio, Rodrigo Janot. Assim como dois erros não fazem um acerto; nenhuma quantidade de acertos compensa o erro de legalizar a corrupção.

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