O caixa 2 da OAS na Arena do Grêmio

Em fevereiro, o doleiro Alberto Youssef revelou à força-tarefa da Lava Jato que a OAS tinha um escritório na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, para receber dinheiro de caixa 2 em espécie.

O estádio foi construído nos padrões da Fifa para ser um plano B durante a Copa, mas não foi utilizado. A OAS teve uma ajudinha do BNDES na obra.

Youssef, como relatou o G1, disse que aempreiteira “lavava” os recursos em contas bancárias no exterior por meio de João Procópio Prado, um dos operadores do doleiro. Prado depositava o dinheiro em contas de Leonardo Meirelles.

Meirelles movimentava o dinheiro em bancos de Hong Kong “a fim de promover o retorno desses valores ao país mediante operações de cabo”. Depois de lavado, o doleiro trazia o recurso de volta a pedido da OAS e levava 3% de comissão.

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