2020 SERÁ MELHOR DO QUE 2019?
10 personalidades brasileiras respondem. Não comece o Ano Novo ser ler isto

Caro leitor,

Previsões econômicas indicam que o PIB vai crescer mais de 2% nos próximos 12 meses — um alívio para um país que saiu da depressão.

Indicadores mostram redução na criminalidade em todo o país.

O Brasil está de fato superando a tragédia petista?

2020 vai mesmo ser um ano melhor?

Pode-se afirmar que, sem dúvida, será outro ano desafiador.

Para iluminar os desafios corretos, aqueles a serem encarados com vigor, Crusoé convidou dez personalidades brasileiras à reflexão.

Protagonistas da vida brasileira como Sergio Moro, Luís Roberto Barroso e Deltan Dallagnol escreveram artigos exclusivos para a Edição Especial Perspectiva 2020:

Moro diz que “A MISSÃO ESTÁ LONGE DO FIM”.

Barroso afirma que “O BRASIL JÁ NÃO ACEITA O INACEITÁVEL”.

É leitura obrigatória para começar 2020.

Nos artigos exclusivos, são abordadas — de maneira clara e corajosa — questões cruciais ao destino do Brasil.

Continuidade da Lava Jato e do combate ao crime organizado, rumos do governo Bolsonaro,  consequências do pensamento politicamente correto sobre a agenda do país, liberdade de imprensa e tentação autoritária etc.

O ministro Sergio Moro trata dos desafios da sua pasta, da Justiça e Segurança Pública, analisando a queda em índices de criminalidade e apontando os desafio adiante.

Leia a seguir um trecho do artigo exclusivo de Moro:

“Agora precisamos olhar para frente. Bons resultados nos motivam a perseguir melhores. Sim, os crimes caíram, mas os números remanescentes ainda são muito ruins. Há muito que se fazer, como prosseguir no desmantelamento das organizações criminosas brasileiras, aprofundar o combate à violência urbana, melhorar as investigações contra corrupção. Precisamos, no campo legislativo, retomar a execução da condenação criminal em segunda instância. (…) O que posso dizer de alento, para recompensar a confiança, é que a missão está longe do fim….”

O ministro do STF Luís Roberto Barroso trata da reação orquestrada de criminosos, investigados e seus defensores contra a Lava Jato e contra outras iniciativas da sociedade que tentam promover uma limpeza nas práticas políticas do país.

O artigo faz referência, por exemplo, ao uso das mensagens roubadas para atacar a Lava Jato e o ministro Moro — leia um trecho:

“Há em curso no Brasil, no entanto, um esforço imenso para capturar a narrativa do que aconteceu no país. Muita gente querendo transformar a imensa reação indignada da sociedade brasileira e de algumas de suas instituições no enfrentamento da corrupção numa trama para perseguir gente proba e honesta. E, para isso, não se hesita em lançar mão de um conjunto sórdido de provas ilícitas, produzidas por criminosos – Deus sabe a soldo de quem. (…) O país vem fazendo um esforço enorme para empurrar para a margem da história essa velha ordem, em que era legítima a apropriação privada do estado e o desvio rotineiro de dinheiro público. A sociedade brasileira já não aceita mais o inaceitável e desenvolveu uma enorme demanda por integridade, idealismo e inclusão social…”

O futuro econômico do Brasil não poderia ser deixado de lado na Edição Especial da Crusoé.

O economista Pedro Fernando Nery ressalta a importância dos avanços nessa área obtidos nos primeiros 12 meses de governo Bolsonaro.

Mas lembra que perigos ainda rondam a economia nacional:

“A reforma da Previdência foi aprovada, afastando o receio de uma argentinização da economia brasileira. Sem ela, com um crescimento do gasto previdenciário de 50 bilhões de reais por ano, rumávamos para uma dívida impagável, colocando no horizonte um calote ou uma hiperinflação, passando no caminho por aumentos da carga tributária e dos juros – preço do risco dessa dívida. Com ela, esses perigos foram substancialmente reduzidos para os próximos anos, mas sozinha a reforma não promoverá forte aceleração do crescimento. No jargão: ela é condição necessária, mas não suficiente (…) A reforma não acabou: após a decisão da Câmara de retirar estados e municípios, onde se encontra boa parte do desequilíbrio nos próximos anos e muitos privilégios, o Senado buscou facilitar a adesão deles à reforma por meio de uma nova PEC, a PEC Paralela…”

Isso é só uma pequena amostra das reflexões da Edição Especial Perspectivas 2020.

Há muito mais:

O jornalista Fernando Gabeira analisa as idiossincrasias do governo Bolsonaro

⏹ O filósofo Luiz Felipe Pondé se debruça sobre a cultura no Brasil do futuro próximo e prevê que o debate será cada vez mais refém de “histéricos” obcecados pela pauta sexual e de gênero

O jornalista e pesquisador Carlos Alberto di Franco mergulha nos desafios do jornalismo em tempos de internet e mostra como ele é — e será — imprescindível para a sociedade democrática

Erika Marena, delegada da PF que atuou na Lava Jato e hoje comanda o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, explica como o Brasil pode dar outro salto no combate à corrupção: os estados brasileiros são personagens essenciais nessa tarefa

O professor Paulo Cruz lança mais uma reflexão incomum sobre questões relacionadas ao racismo: ele mostra como as campanhas politicamente corretas carregam em si um componente totalitário

Janaina Paschoal, deputada estadual e autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, diz que o aperfeiçoamento da democracia brasileira passa pela liberação das candidaturas avulsas, reduzindo o poder do “cartel” dos partidos políticos

Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato no Paraná, analisa as conquistas do operação e prevê que 2020 será um ano importante no “esforço dos brasileiros contra a roubalheira”.

A Edição Especial Perspectiva 2020 é leitura obrigatória: não comece o Ano Novo sem ler.

Convidamos você a LER a EDIÇÃO NA ÍNTEGRA AGORA.

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A Crusoé foi criada em 2018 pelos jornalistas Diogo Mainardi e Mario Sabino com o propósito de mostrar para você o que acontece pelos cantos de Brasília, trazendo a verdade à tona ─ doa a quem doer.

São princípios fundamentais da Crusoé:

 não aceitamos anúncios ou qualquer outro tipo de recursos de governos ou entidades públicas, sejam eles federais, estaduais ou municipais, dos poderes Executivo, Legislativo ou Judiciário

 não aceitamos anúncios ou qualquer tipo de recursos de empresas estatais

 não aceitamos anúncios ou qualquer tipo de recursos de empresas privadas enroladas em falcatruas

É isso que garante a você transparência total das informações divulgadas.

Como se diz vulgarmente, não temos o rabo preso com os ocupantes do poder.

 Crusoé, uma ilha de independência no jornalismo brasileiro.

Crusoé é uma revista direita e de direita.

Não se trata de um trocadilho gratuito.

Num país em que os mais torpes argumentos são usados para escamotear o assalto aos cofres públicos…

fazer uma revista direita significa ser intransigente com os malfeitos, com a corrupção, o conchavo, o toma-lá-dá-cá, a incompetência…

Significa repudiar a velha política, aquela que foi derrotada em 2018 nas urnas.

Os representantes dessas práticas não têm colher de chá na Crusoé. Vale para Lula, para o PT, para o Renan…

Ser uma revista de direita significa, principalmente, defender valores e ações como:

  • A Democracia Representativa, em que os políticos legitimamente eleitos agem em nome do eleitor e são por ele fiscalizados. Nada de comitês e afins, dominados por partidários dos poderosos, como quer a esquerda;
  • A Livre Iniciativa, o direito dos cidadãos de se associarem livremente para aproveitar oportunidades e solucionar desafios contemporâneos, gerando negócios e riqueza. Governos não induzem prosperidade: quem o faz são os cidadãos empreendedores e as empresas, cabendo ao Estado estabelecer regras claras. Ou seja, nada do Estado gigante que controla tudo e nada entrega, como prega a esquerda;
  • A Liberdade de Expressão e de Acesso à Informação, o que inclui a liberdade da imprensa de revelar ao público o que os poderosos gostariam de esconder. Foi assim que o Brasil afastou do poder uma presidente que arruinou as finanças e colocou atrás das grades um ex-presidente corrupto que lavava dinheiro. “Controle social da mídia”, como pregam o PT e seus satélites, nada mais é do que uma ferramenta para intimidar e calar a imprensa que não se ajoelha diante do poder.
  • O Jornalismo Independente. Repetimos: a Crusoé, assim como O Antagonista, não aceita dinheiro de qualquer órgão público ou empresa estatal. Não há negociação nesse ponto. Mario Sabino costuma dizer que a publicidade estatal tem funcionado como um “mensalão”, por meio do qual governistas de plantão compram apoio de “jornalistas”. A prática aniquila o poder de fiscalização da imprensa sobre o governo. É um tiro na democracia. Foi assim nos governos petistas, que se associaram a blogs sujos. Que isso nunca mais se repita.

A Crusoé é, portanto, uma revista que tem coragem de admitir sua posição.

Mas isso não significa dar paz aos políticos de direita.

O atual governo já demonstrou que tem a pauta certa para modernizar o Brasil: uma profunda reforma econômica (que inclui a previdenciária) e uma intransigente política de combate ao crime.

A população felizmente concedeu um mandato a Jair Bolsonaro para que ele implemente essas mudanças.

Mas o presidente não tem uma carta em branco.

É preciso fiscalizar seu governo, e nós o fazemos.

É preciso um jornalismo independente para fiscalizar os poderosos e impedir que eles façam o que bem entendem com o dinheiro do imposto que você paga. 

Temos a equipe mais preparada para essa tarefa.

Na linha de frente, está Rodrigo Rangel, editor-executivo da revista Veja em Brasília até o início de 2018.

Rodrigo possui três prêmios Esso e foi autor de algumas das reportagens mais impactantes sobre a Operação Lava Jato.

Com seu rigor jornalístico, suas reportagens contribuíram para colocar na cadeia o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o ex-presidente Lula e muitos outros políticos corruptos.

Com a Crusoé, você terá acesso a:

  • 52 Edições da Semana da Crusoé por ano, com reportagens investigativas e exclusivas sobre os bastidores do poder
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  • a coluna provocadora do Diogo Mainardi
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  • o humor inteligente de Ruy Goiaba
  • a coluna do politicamente incorreto Leandro Narloch
  • as colunas de Felipe Moura Brasil e Ana Paula Henkel
  • entrevistas exclusivas com personalidades da cena nacional e internacional
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Em pouco mais de 1 ano, a Crusoé conquistou mais de 75.000 assinantes.

A Revista Crusoé está pronta para denunciar o que for preciso, sempre em benefício de seus leitores.

Como a reportagem que jogou luz sobre a vida luxuosa dos filhos de Lula (confira a capa abaixo). Os negócios da prole do presidente preso por corrupção e lavagem de dinheiro foram tema de uma extensa matéria logo na edição de estreia da revista.

Outra a matéria revelou ao Brasil que uma das linhas de investigação da Polícia Federal sobre o atentado a Jair Bolsonaro apontava para o Primeiro Comando da Capital, a maior facção criminosa do país (capa abaixo). Advogados que defenderam Adélio Bispo de Oliveira, o autor da facada em Bolsonaro, ficaram sob a lupa das autoridades.

E mais:

  • revelamos que o então presidente da Petrobras, Pedro Parente, mantinha sociedade com empresas que tinham negócios com a estatal (capa abaixo). Dias depois da revelação, Parente deixou a estatal;

  • revelamos que a PF reunira indícios de que a petista Gleisi Hoffmann havia recebido R$ 5,3 milhões em recursos ilegais (capa abaixo);

  • também revelamos um plano de Cuba para ajudar Dilma a se reeleger em 2014 (capa abaixo). O plano teve a participação ativa dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos, que atuavam como cabos eleitorais da petista.

Você quer que esses políticos sejam fiscalizados?

Você quer saber o que é feito às escondidas?

A melhor forma de brigar por tudo isso é acompanhar diariamente um jornalismo independente e sem rabo preso com políticos e governos.

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