A ESTREIA DE ANA PAULA HENKEL — E O GRANDE ESCÂNDALO DA AMÉRICA

Caro leitor,

Você já ouviu falar de um grande escândalo envolvendo suspeitas de espionagem e montagem de dossiês falsos durante o governo de Barack Obama?

Pouca gente ficou sabendo dessa história, praticamente ignorada aqui no Brasil.

Este é o tema de um artigo escrito por Ana Paula Henkel.

Em sua estreia como colunista da Crusoé, ela aborda a diferença do tratamento dado pela imprensa americana às denúncias envolvendo o governo do republicano Donald Trump e às acusações contra a gestão de seu antecessor, o democrata Barack Obama.

Ela cita, inclusive, o caso Watergate — um escândalo histórico que derrubou o presidente Richard Nixon, na década de 1970 –, para ilustrar como as suspeitas envolvendo a administração de Obama são relegadas ao segundo plano.

Veja o que ela diz:

“O caso Watergate foi tão marcante para a política e para o jornalismo que quase sempre quando um novo escândalo surge, especialmente se ligado a uma longa investigação, cria-se um apelido com ‘Gate’ no final. Mesmo sendo um apelido repetitivo, não deixa de ser revelador do espírito de muitos políticos e jornalistas de terem um novo Watergate para chamar de seu.

Se o jornalismo americano quer um Watergate do século XXI, depois das constrangedores tentativas de criar escândalos envolvendo Donald Trump e a Rússia, aparentemente o momento chegou com os indícios de que Barack Obama pode ter mandado o FBI espionar o atual presidente ainda quando era apenas um candidato. No entanto, a verdade é que grande parte da imprensa americana, ou assessoria do Partido Democrata, como queira, tenta a todo custo empurrar para debaixo do tapete o escândalo da atual política americana que contém requintes de fazer a crise que interrompeu o mandato de Richard Nixon parecer brincadeira de criança.”

É isso mesmo.

Ana Paula traz aos leitores um assunto que praticamente não repercute nos principais veículos jornalísticos dos EUA — e, consequentemente, também é ignorado no Brasil.

Trata-se de um “esquema hollywoodiano” de espionagem e produção de dossiês que envolveria o governo Obama.

Leia este outro trecho:

“A pouco mais de um ano das eleições presidenciais americanas em 2020, toda notícia ou opinião é explorada ao extremo, mas detalhes das investigações que mostram o antigo governo Democrata usando o FBI e também parte do sistema judiciário americano para espionagem não têm o mesmo destaque que o horror que é Donald Trump não ter um animal de estimação até hoje. Os detalhes da operação, que estão no relatório oficial do Departamento de Justiça e que não merecem apenas um texto mas um roteiro cinematográfico, apontam como o Partido Democrata produziu dossiês falsos sobre o atual presidente americano para, através de agentes do FBI e do governo, forçar juízes a expedir mandados especiais de vigilância (FISA).”

Ana Paula Henkel é um dos grandes nomes da história do vôlei brasileiro.

Como atleta, ao longo de 24 anos de carreira, disputou quatro Olimpíadas pela seleção brasileira.

Tem uma medalha olímpica no currículo.

Mas ela não parou por aí.

Depois que deixou o esporte, estudou, se preparou para novos voos.

Arquiteta formada pela Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, hoje estuda Ciência Política na mesma instituição.

Antes de se tornar colunista fixa da Crusoé, ela já colaborou algumas vezes com a revista.

Escreveu um artigo na edição 35, a última de 2018, que trazia as perspectivas de 2019.

O título: “O mundo pós-Trump sai de cima de muro”.

Leia um trecho:

“Trump é o pior ou o melhor presidente americano dos últimos anos? O mais nacionalista ou um agente russo disfarçado? Um bilionário muito bem-sucedido que conquistou tudo ou um corrupto falido que usa a presidência para enriquecer a família? O líder que mais ajudou as minorias americanas ou um racista xenófobo que defende a supremacia branca? Um patriota que abriu mão de uma vida de confortos inacessíveis a praticamente todos os outros humanos ou um imoral que suborna, trapaceia e ameaça ao ponto de ruborizar até atrizes do cinema adulto? Quem é, afinal, o septuagenário de topete laranja que ocupa a mais poderosa cadeira do mundo?”

Mais recentemente, na edição 49, no início de abril, Ana Paula voltou a publicar um artigo na revista, intitulado “O politicamente insano”.

Ela falava sobre Tiffany e a polêmica a respeito dos transexuais em atividade no esporte feminino:

“Sou solidária em relação às batalhas que transexuais precisam travar para que seus corpos estejam melhor alinhados com o que desejam. Seus desafios pessoais são inimagináveis para mim. É importante respeitarmos a identidade social de transexuais e abraçá-los na sociedade, mas no campo esportivo é difícil ignorar a identidade biológica que possui uma composição óssea e muscular masculina, além de coração e pulmões maiores com superior capacidade cardiorrespiratória. Tiffany pode ser muito bem-vinda nas áreas técnicas do esporte feminino, mas seu corpo é totalmente incompatível com o vôlei entre mulheres.”

Ana Paula Henkel enfrenta a patrulha do politicamente correto.

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