PANDEMIA: COMO SALVAR VIDAS — E A ECONOMIA
Libere seu acesso à mais eletrizante e aprofundada cobertura do jornalismo brasileiro — e GANHE 1 livro que destrói os mitos da esquerda

Caro leitor,

Diante do avanço da pandemia do novo coronavírus, salvamos as vidas ou a economia?

Talvez seja melhor investigar primeiro se a pergunta está correta…

Em sua centésima edição, a revista Crusoé traz uma reportagem exclusiva que se dedica ao tema:

A apuração, assinada pelo repórter Duda Teixeira, começa discutindo as medidas de quarentena impostas por governos de vários países, que incluem o confinamento das pessoas em casa e a suspensão de quase todas as atividades — das aulas à produção industrial, do comércio ao transporte.

Leia um trecho da reportagem exclusiva:

Um estudo publicado pelo Imperial College, em Londres, no dia 16 de março, foi decisivo para orientar muitas dessas decisões [de restrição de atividades e confinamento social]. Segundo a pesquisa, caso os governos não fizessem nada, oito em cada dez britânicos e americanos seriam infectados e as mortes poderiam somar 510 mil no Reino Unido e 2,2 milhões nos Estados Unidos. O grande gargalo seria a quantidade de leitos intensivos e de UTIs disponível para atender os pacientes graves (…). Na quinta-feira, 26, o Imperial College publicou um novo estudo, mais amplo, dizendo que as mortes em todo o mundo poderiam chegar a 40 milhões caso nenhuma medida fosse adotada (…).

Nos dois estudos, os pesquisadores deixam claro que não estudaram os custos econômicos das medidas. Mas a conta matemática foi feita de todo modo. O mundo todo entraria em recessão, incluindo a Europa, os Estados Unidos e o Japão. A China poderia crescer menos de 4% ao ano. No Brasil, o crescimento do PIB deve ser de menos de 1% (…).

O alarme econômico fez com que aqueles que tomaram medidas para impedir uma tragédia humana pelo coronavírus passassem a ser questionados sobre os danos que o isolamento da população pode causar à economia. Um dilema passou a amedrontar os governantes: salvar vidas e destruir a economia ou salvar a economia e deixar a população morrer. O binarismo, contudo, é falso. Primeiro porque a recessão também acarreta custos humanos. Segundo porque, se um governo ignorar a ameaça da Covid-19, a economia também será prejudicada. O desafio para as autoridades, no momento, é encontrar o ponto de equilíbrio dessa equação.

Ao longo da história, recessões também cobraram seu preço em vidas humanas. O crescimento do desemprego no Brasil entre 2012 e 2017 gerou 31 mil mortes adicionais, segundo um estudo da Fiocruz e da FGV. A taxa de mortalidade infantil teve uma elevação de 4,8% em 2016, depois de 26 anos de quedas consecutivas. “É preciso que os governos controlem a disseminação do coronavírus, mas também é necessário dar uma solução para que a economia não entre em recessão. Nem mesmo a Suíça consegue aguentar ficar com tudo parado por mais de dois meses”, diz o médico Fabio Jung, ex-pesquisador do Centro MD Anderson em Houston, no Texas, e tem MBA em finanças e administração de saúde pela Wharton…

O intenso debate no Brasil acerca da severidade das medidas restritivas mostra que este é o assunto mais importante no momento.

E ele volta à discussão em outra reportagem da Crusoé desta semana – confira a seguir os principais destaques da edição:

  • APOSTA DE ALTO RISCO: ao questionar a quarentena, Jair Bolsonaro confronta o Congresso e os governadores e põe seu poder à prova
  • HORA DE REVER PRIVILÉGIOS: a crise do coronavírus é uma boa oportunidade para o país rediscutir as mordomias na máquina estatal
  • A BONANÇA CONTINUA: agora investigado pela Lava Jato, Lulinha segue vivendo como um nababo – e, à diferença do que diz Lula, seus negócios vão muito bem, obrigado:
  • A JOGADA DE EMÍLIO: o dono da Odebrecht transfere sua milionária coleção de obras de arte dias antes de a empreiteira pedir recuperação judicial e pode ser investigado por mais uma fraude
  • ‘PRECISAMOS É DE GENTE HONESTA’ – Em entrevista exclusiva, o ministro do Supremo Luiz Roberto Barroso diz que o Brasil caminha para uma “virada histórica” e defende a Lava Jato como um marco na trajetória do país. Próximo presidente do TSE, ele rejeita a ideia de adiar eleições deste ano por causa da epidemia do novo coronavírus

Como você vê, a centésima Edição da Semana da Crusoé é especial e você pode ter acesso a ela agora mesmo, em uma condição especial:

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Veja o que os críticos disseram sobre o livro:

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Desde a declaração de Pondé, outras 100 mil pessoas compraram o livro: sim, já são mais de 200 mil exemplares vendidos.

Outra:

Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808, na Folha de S.Paulo

 

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Por que ter acesso ao combo O ANTAGONISTA+ e CRUSOÉ?

Embora tenham o mesmo DNA, O ANTAGONISTA+ e CRUSOÉ são publicações com características e personalidades bastante distintas.

Explicando melhor: as duas publicações são complementares. Enquanto O ANTAGONISTA+ oferece uma cobertura eletrizante e em tempo real dos principais fatos da política, CRUSOÉ traz reportagens investigativas aprofundadas e artigos analíticos sobre o presente e o futuro do Brasil.

O ANTAGONISTA+ coloca VOCÊ na trincheira da cobertura política, no corpo a corpo com os poderosos. CRUSOÉ leva VOCÊ para a ilha do jornalismo independente, que propicia o aprofundamento e a reflexão.

Em conjunto, eles podem fazer o que nenhuma outra publicação faz por você.

O acesso às duas publicações é uma oportunidade única de saber — em tempo real e em primeira mão — os movimentos nos bastidores da política brasileira e, adicionalmente, entendê-los em profundidade, antever seus desdobramentos para o país e até as consequências para a sua vida.

Como dissemos, o DNA de CRUSOÉ e de O ANTAGONISTA+ é o mesmo: independência editorial total e defesa intransigente da democracia, da liberdade de expressão e da livre iniciativa. Vigilância sobre inquilinos dos Poderes, com o propósito de cooperar para a construção de um Brasil moderno e honesto.

Mais: nenhuma das publicações veicula anúncios de órgãos públicos de qualquer Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário) e esfera (federal, estadual ou municipal), tampouco de empresas estatais ou companhias privadas enroladas em escândalos de corrupção. Recusamos integralmente qualquer recurso proveniente dessas fontes. O princípio é: o jornalismo independente não pode ter vínculos comerciais com autoridades e instituições que ele, o jornalismo independente, deve fiscalizar.

É mais fácil falar do que fazer, não é mesmo?

E você provavelmente já ouviu essas promessas antes…

Mas agora não se trata de promessas.

CRUSOÉ e O ANTAGONISTA+ têm cumprido rigorosamente sua missão.

E você pode se certificar disso agora mesmo.

O ANTAGONISTA+ é uma evolução do site que nasceu no dia 1º de janeiro de 2015, pelas mãos de DIOGO MAINARDI e MARIO SABINO.

A primeira missão foi apontar que uma cleptocracia se estabelecera no Palácio do Planalto, revelando um sem número de fatos que escancararam as falcatruas companheiras.

O que aconteceu desde então, já é história:

Fonte: O Antagonista

Publicando mais de cem posts por dia, em uma cobertura eletrizante, o site não deixa passar em branco nenhum assunto que realmente importa. Nem os erros que realmente importam.

O ANTAGONISTA+ nasceu para colocar você na trincheira do noticiário em tempo real, na melhor e mais amigável plataforma do jornalismo brasileiro.

O ANTAGONISTA+ oferece todo o conteúdo do site tradicional de O Antagonista e muito MAIS.

Ele oferece CONTEÚDOS E RECURSOS EXCLUSIVOS.

Confira os benefícios de O ANTAGONISTA+

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(“furos” de reportagem) em primeira mão — antes mesmo da publicação em O Antagonista


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O ANTAGONISTA+ é a melhor versão do mais influente site de política brasileira.

Se ele já é uma aliado poderoso, imagine contar também com CRUSOÉ

Em pouco mais de 1 ano e meio de vida, CRUSOÉ já publicou algumas das reportagens mais reveladoras e impactantes do jornalismo brasileiro contemporâneo.

Nesse período, descortinou os bastidores do Poder — ou melhor dos três Poderes.

Na linha de frente, está Rodrigo Rangel, autor de reportagens que contribuíram para colocar na cadeia o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o ex-presidente Lula e muitos outros políticos corruptos.

A independência editorial da CRUSOÉ, exercida sem concessões, vem provocando reações.

CRUSOÉ chegou até a ser censurada pelo STF, depois de revelar o apelido pelo qual o ministro Dias Toffoli era conhecido na Odebrecht nos tempos do petrolão. A proibição foi derrubada dias depois pelo STF, que reconheceu a legitimidade da apuração.

Foram várias investigações sobre personagens do Judiciário, visto pelos brasileiros como o último Poder a ser escrutinado pelos órgãos de investigação e pela opinião pública:

Poderosos do Executivo, do Legislativo, da iniciativa privada, condenados…Os atos de outros poderosos também foram escrutinados pela CRUSOÉ.

Lula, Gleisi, Renan, Ciro, Alckmin, os filhos endinheirados de Lula… todos foram alvo de apurações extensas, rigorosas e bem documentadas.

Os hackers da Lava Jato (e seus cúmplices) também.

CRUSOÉ enfrentou os hackers que tentam destruir a Lava Jato e ferir Sergio Moro. Os jornalistas da revista tiveram suas contas pessoais invadidas pelos hackers, num ataque ao jornalismo independente e também ao direito dos brasileiros de saber a verdade: quem estava por trás do ataque hacker?

Os alvos das reportagens não gostaram, mas os assinantes da CRUSOÉ, sim.

Veja o que dizem alguns assinantes, em comentários que eles fizeram a várias reportagens investigativas publicadas:

INDEPENDÊNCIA. CAPACIDADE INVESTIGATIVA. COMPROMETIMENTO COM A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO E OS DESMANDOS DO PODER

É assim que os assinantes veem a CRUSOÉ.

Com CRUSOÉ, você terá acesso a:

𓇼 Edição da Semana, publicada às sextas-feiras, com alentadas reportagens investigativas e análises exclusivas de Diogo Mainardi, Mario Sabino, Ruy Goiaba, Felipe Moura  Brasil, Leandro Narloch e Ana Paula Henkel

𓇼 Diário, com  notícias exclusivas de Brasília publicadas de segunda a domingo

𓇼 Acervo completo da CRUSOÉ, desde maio de 2018

Agora vamos falar sobre o seu brinde: o ebook Guia Politicamente Incorreto da América Latina, de Leandro Narloch e Duda Teixeira.

Como já falamos, o Guia é um sucesso de crítica e público.

O livro ficou semanas entre as obras mais vendidas:

Fonte: Veja, 14/12/2011

Ele é fruto do trabalho cuidadoso de dois jornalistas de primeiro nível: Leandro Narloch e Duda Teixeira — colunista e repórter da revista Crusoé, respectivamente.

Leandro Narloch é o criador da série Guia Politicamente Incorreto, que já produziu vários campeões de leitura — e de crítica.

O volume sobre a História do Brasil, por exemplo, ficou 70 semanas entre os livros mais vendidos no país.

Narloch publica quinzenalmente uma coluna na Crusoé em que pratica sua especialidade: iluminar, com fatos, as mistificações que ainda grassam no Brasil.

Duda Teixeira iniciou sua cobertura jornalística sobre a América Latina em 2006 e, desde então, visitou praticamente todos os países da região.

Conversou com vítimas do narcotráfico no México, com dissidentes da Venezuela e de Cuba e com detentos na Bolívia.

Também entrevistou uma dezena de presidentes, entre eles os uruguaios José Mujica e Tabaré Vázquez, o costarriqueinho Oscar Arias, o mexicano Enrique Peña Nieto e o venezuelano Juan Guaidó.

Para escrever a obra, a dupla se apoiou não apenas em seu conhecimento empírico sobre a região, mas em dezenas e dezenas de obras sobre a história da América Latina — devidamente identificadas no Guia.

Veja o que dizem os autores na apresentação:

“Tudo neste livro é contra as regras batidas com as quais se conta a história da América Latina. Não nos sentimos representados por guerrilheiros ou por indignados líderes andinos e suas roupas coloridas. (…) Conhecemos bem as tragédias que nossos antepassados índios e negros sofreram – mas, honestamente, estamos cansados de falar sobre elas. (…) Na história de quase todo país, é comum abrilhantar as palavras de figuras públicas e até inventar virtudes de seu caráter – e não passa de chatice ficar insistindo numa realidade menos interessante. Acontece que na América Latina se vai além: escolhem-se como heróis justamente os homens que mais atrapalharam a política, mais arruinaram a economia, mais perseguiram os cidadãos.”

O “falso herói latino-americano” é o “principal alvo” do Guia Politicamente Incorreto da América Latina, escrevem os autores.

E os alvos não param de pé com a sucessão de fatos históricos apresentados no livro: Che Guevara, Simón Bolívar, Salvador Allende, entre outros.

Che Guevara — apresentado hoje com um a espécie de “revolucionário paz-e-amor” — foi na verdade uma mistura de assassino frio, ditador e homófobo, além de um péssimo gestor, mostra o livro.

Agora leia um trechos da obra, que trata de Che Guevara, uma das maiores mistificações da história da América Latina:

“…os paredões e as execuções sumárias cometidas por Che Guevara não são novidade. Ele deixou claro ter diversos argumentos racionais para a violência, não sofria com dilemas morais ao matar e até se orgulhava de ter cometido assassinatos de motivação política. Essas frases e histórias estão disponíveis a qualquer pessoa que se interesse pela vida do guerrilheiro tanto em vídeos de seus discursos na internet quanto nos seus diários. Até mesmo as biografias mais adulatórias deixam passar um pouco de sua psicopatia. Por isso não dá para entender por que Che Guevara, um homem envolvido em pelo menos 144 mortes, segundo o maior banco de dados sobre as ditaduras da direita e da esquerda em Cuba, é reverenciado justamente por ativistas que fazem protestos politicamente corretos contra a pena de morte, a tortura, a redução da maioridade penal e a perseguição política. O movimento Madres La Plaza de Mayo, que tenta promover o julgamento e a condenação de assassinos políticos na Argentina, inclui a íntegra de textos de Che numa de suas publicações, dá cursos sobre ele e divulga livros sobre as boas intenções do guerrilheiro. O grupo Tortura Nunca Mais, que pede a punição de pessoas responsáveis por mortes e desaparecimentos durante a ditadura militar do Brasil, deu a Che Guevara, em homenagem póstuma no ano de 1997, a Medalha Chico Mendes de Resistência. Segundo o grupo, o mérito é concedido (sem ironia) a pessoas que lutaram ou lutam pelos direitos humanos. Contradições assim sugerem o seguinte: ou esses ativistas não sabem quem foi Che Guevara, ou não são realmente contrários aos assassinos e aos torturadores. São contrários apenas a assassinos e torturadores com quem não concordam.”

Bem, você já deve ter percebido que este convite oferece muitos benefícios para você.

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