A vaga de Napoleão

Eis outro poema de Napoleão Maia Filho, intitulado “A vaga”:

“No mar a onda brilhante
susta o tempo:
é aquele instante
do longo momento
interminável e só,
quando o movimento
se faz e se contrai.

Inverte-se o líquido
o mar é o infinito”

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