Agamenon: O JULGAMENTO DE UNDERBERG

O mundo inteiro que sofre de insônia parou ontem para assistir na TV Justiça o julgamento do Habeas Copus de Luísque Inácio Lulalau da Silva. Até mesmo o Barcelona e Roma, da Champions League, foi interrompido para que os torcedores pudessem acompanhar no telão o julgamento.

Todo mundo queria saber se, afinal, o ex-presidente iria ou não entrar em cana. E se tem coisa que o Lula aprecia é entrar numa boa cana, de preferência, com gelo e limão.

A população brasileira estava tão preocupada que ficou dias (Toffoli )sem dormir. Mas, no final, pode finalmente, colocar o sono em dia embalada pelos votos intermináveis dos magistrados de toga. Aliás, eu sugiro que as sessões do STF, Soberbo Tribunal de Frango, sejam legendadas ou dubladas porque nosso povo monoglota não consegue entender que língua os magistrados estão falando. Português é que não é.

Também não adianta colocar aquelas pessoas no quadradinho embaixo traduzindo tudo para a linguagem dos mudos quando todo mundo sabe que os juízes são surdos e a Justiça é cega.

Se não se entende o que falam os juízes menos ainda se sabe o que se passa na cabeça de um magistrado. Uma vez um cientista resolveu abrir o crânio de um juiz brasileiro para ver o que eu tinha dentro mas não deu certo: ficou todo togado.

O ministro Gilmar Mentes, espertalhão, votou primeiro e, na mesma hora, se mandou de volta para Portugal para não ter que aguentar a chateação de escutar os seus pares falando abobrinhas por horas a fio. Inclusive, ele mesmo. Como todos sabem a Justiça no Brasil é vegana: pega pepinos, descasca abacaxis e dá uma banana para a opinião pública.

Luísque Inácio Lula da Silva não Temer ir pra cadeia: tem muitos amigos lá.

Agamenon Mendes Pedreira é, data venia, jornalista togado.

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  1. Que tal o julgamento da boa ideia, 51? Boa, não, ótima! O BiLula (corrupto e lavador de dinheiro) vai ganhar de presente do Suplicy, na cadeia, aquele aparelhinho aspirador de corruptos da areia, na praia; um alambique de cachaça e uma máquina de lavar último modelo que lava até a lama mais enrustida impregnada no dinheiro. Vai escrever um livro – com a caneta dos outros – intitulado “Nas asas da minha águia”, dedicado à Marisa, com prefácio da Rosemary, aquela que dá nó em pingo d’água para arrumar cargos aos amigos íntimos, motivo do NOronha. Fará um esforço extraordinário para ler o livro “A volta de quem não foi”, de forma que possa tirar uma conclusão do motivo do seu encarceramento. Será o líder da política rasteira e carcerária, ensinando aos presos como tungar o povo.