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Alexandre Soares Silva, na Crusoé: "Uma mulher eram três homens"

"Ninguém mais hoje em dia fica chocado quando uma mulher é, na verdade, um homem, mas quando são três talvez seja um pouco demais"
Alexandre Soares Silva, na Crusoé: “Uma mulher eram três homens”
Foto: Divulgação

“Esse é o escândalo atual (um pequeno escândalo, um escandalinho) do mundo literário espanhol”, diz Alexandre Soares Silva (foto), em sua coluna na Crusoé. 

“É compreensível que seja um escândalo, em alguma medida – ninguém mais hoje em dia fica chocado quando uma mulher é, na verdade, um homem, mas quando são três talvez seja um pouco demais.”

Carmen Mola era supostamente uma professora universitária de álgebra e mãe de três filhos que, nas horas vagas, escrevia thrillers ultraviolentos de caráter feminista. Era elogiada por ‘entender a alma feminina’ e considerada a Elena Ferrante da Espanha (um exagero, os livros de Elena Ferrante são bem melhores).”

“[…] Mas quando um livro de Mola foi escolhido para receber o Prêmio Planeta deste ano, no valor de 6,42 milhões de reais, três roteiristas homens se identificaram como os autores verdadeiros por trás do pseudônimo feminino. Esses roteiristas, Jorge Díaz, Agustín Martínez e Antonio Mercero foram chamados pela imprensa e pela internet de golpistas e estelionatários.”

Leia a coluna completa aqui; assine a Crusoé e apoie o jornalismo independente.

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