ENTREVISTA | Bruno Garschagen fala de liberais, conservadores, reacionários e revolucionários

Em entrevista a O Antagonista, o cientista político e escritor Bruno Garschagen, autor do best-seller “Pare de acreditar no governo – Por que os brasileiros não confiam nos políticos e amam o Estado”, falou das tradições nacionais da boquinha e da centralização de poder, comparou os serviços públicos do Brasil aos de Portugal, e distinguiu os conceitos (com frequência mal usados na imprensa) de liberais, conservadores, reacionários e revolucionários, bem como suas práticas históricas no nosso país e no exterior. Assista.

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  1. Intelectual de direita: blá blá blá pra chegar e votar no capitão assim como o Olavo. É a velha lei,ordem e chibata nas costas do trabalhador. Preocupação zero com o espírito contestador e as causas progressistas. Que tirem esse feriado da consciência negra pra refletirem sobre nosso passado escravocata e parem de ficar falando “que é coisa de preto”

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  1. Intelectual de direita: blá blá blá pra chegar e votar no capitão assim como o Olavo. É a velha lei,ordem e chibata nas costas do trabalhador. Preocupação zero com o espírito contestador e as causas progressistas. Que tirem esse feriado da consciência negra pra refletirem sobre nosso passado escravocata e parem de ficar falando “que é coisa de preto”

  2. Felipe meu caro, saia da sombra da velha imprensa putrefata. Mesmo em veículos digitais, continuam velha imprensa, com os mesmos cacoetes, que os caracterizam.
    As novas gerações estão sedentas por informações honestas e não aguentam mais os velhos jornalistas, militantes, desinformantes e canalhas, com seus velhos costumes e mentiras. Muito sucesso!

  3. Só uma consideração ao Bruno, não sei se ele lerá a esses comentários, mas existe uma diferença entre defender uma intervenção militar e defender um governo militar.
    Eu, por exemplo, sou inclinado a defender uma intervenção militar simplesmente para pôr fim à máfia que é o poder judiciário. Como enquadrar um poder político que está acima da constituição? Não tem como, só uma ruptura institucional mesmo. Enquanto o poder judiciário, que é a Cosa Nostra Brasileira, for um poder político acima da constituição, não tem jeito. O problema do Brasil é o poder judiciário. Se este poder cumprisse estritamente a função que lhe é atribuída pela constituição, o Brasil não estaria como está.

    1. Trocando em miúdos: Defendo uma intervenção militar para que os militares cumpram o papel que era do Imperador, ou seja, o poder moderador. O poder moderador nos faz muita falta e os militares nos privaram dele. Então que intervenham, destituam os magistrados, dissolvam o parlamento, convoquem plebiscito para o sistema de governo e novas eleições gerais.

  4. Olha… Os ateus que me desculpe, mas há coisas que não acontecem por acaso. A nossa maturidade política veio justamente no momento em que o acesso à informação era fácil, graças à popularização da Internet. Se tivesse acontecido 20 ou 30 anos atrás, teríamos muito mais dificuldade em mudar os falsos conceitos estabelecidos do que temos a partir de agora. E nossa “politização” está sendo muito rápida. Se nós fôssemos politizados há décadas, estaríamos enfrentando hoje, os problemas que a Europa e EUA enfrentam e a nossa sorte é que estamos em direção diametralmente opostas: Os EUA e a Europa estão abraçando o socialismo do qual estamos nos livrando e isso fará uma enorme diferença no futuro. Tenho certeza que o Brasil será o grande player mundial no século XXI. Sem nenhum medo de errar.

  5. O que mais me indignou naquele artigo da Cantanhêde foi a militância e desinformação deliberada no que diz respeito à Inquisição Espanhola e o pior… o pior… Terminar o artigo com “Amém”. Aquilo foi um deboche.

  6. O brasileiro é muito analfabeto em termos de teoria política mesmo.
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    O diabo é que o sistema de ensino foi capturado por uma visão maniqueísta da esquerda sobre o mundo. Por essa visão há os bons (socialistas) e os maus (liberais, conservadores etc). Mocinhos e bandidos.
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    É uma visão ingênua e distorcida, para dizer o mínimo, da teoria política. Mas que é extremamente popular entre acadêmicos, jornalistas e gente de humanas.
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    Há muita gente que não sabe que o estado de direito, o devido processo legal, são criações dos conservadores, por exemplo.
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    Ao invés de mostrar a contribuição de cada corrente política para a formação do mundo, nosso sistema de ensino prefere idealizar um lado e demonizar o outro.

    1. Vidas jogadas no lixo, em nome de um projeto de poder. O maior ativo de uma nação é o capital humano. Mesmo que a mudança seja imediata, ainda teremos várias gerações de colheitas ruins. É uma destruição de riqueza imensurável.

  7. Onde está a entrevista inteira? Vi a duração do vídeo em 42 minutos e pouco, mas o que assisti nesta página foi muito menor que isso. Mas o que assisti foi PERFEITO. Parabéns aos envolvidos de fato! Quero mais!!

  8. Grande Felipe ,aprendo muito lendo ,ouvindo Resumao e pingos nos os parabéns jornalista porret@!meu irmão que me apresentou livros e vídeos que vc lançou mto boa entrevista e tbm excelente o entrevistador👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  9. Excelente entrevista, muito esclarecedora. Bruno Garschagen é ótimo.
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    Pena que os reacionários que infestam essa área de comentários não vão assistá-la. Essa entrevista é pra vocês, “queridos”.

    1. Cumprimento o jornalista Felipe Moura Brasil pela brilhante entrevista com o Dr. Bruno Garschagen. O livro do Dr Garschagen virá para minha humilde biblioteca .