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Roquette Pinto cobra R$ 11 milhões por gestão da Cinemateca

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André Spigariol, na Crusoé, informa que a Associação Roquette Pinto enviou um ofício ao secretário especial da Cultura, Mário Frias, para cobrar o repasse de R$ 11,3 milhões que, segundo ela, são devidos pelo governo federal em virtude dos custos assumidos pelo caixa da organização para manter a gestão da Cinemateca Brasileira em São Paulo.

“Desde o dia 01/01/2020, a Acerp vem mantendo as atividades da Cinemateca Brasileira sem quaisquer repasses, utilizando 100% (cem por cento) de seu próprio fluxo de caixa para cumprir com as obrigações e não pôr em risco a existência desta importante instituição, bem como evitando, assim, o desfazimento de diversas Obras filmicas e não filmicas que retratam diversas épocas da cultura brasileira”, diz a associação.

Em seguida, a organização declara que assumiu custos de R$ 8,85 milhões para manter a Cinemateca funcionando após o fim do contrato. Além disso, a Acerp diz que ficou devendo a fornecedores por causa da falta de repasse de verbas do governo federal antes de o Ministério da Educação decidir não renovar o contrato de gestão, ao final de 2019. Ao todo, as dívidas somam R$ 2,6 milhões. 

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