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Ruy Goiaba: Machado, Vieira e o Brasil do ‘suje-se gordo!’

Ruy Goiaba: Machado, Vieira e o Brasil do ‘suje-se gordo!’
Arte: Crusoé

Ruy Goiaba, na Crusoé desta semana:

“A política brasileira, essa fossa borbulhante, sempre me leva de volta a Suje-se Gordo!, que nem é dos meus contos favoritos do Machado e ainda assim é exemplar. É favor notar, aliás, que o título NÃO tem a vírgula que aparece em alguns sites por aí: Machadinho não está mandando nenhuma pessoa gorda se sujar, e sim usando “gordo” como advérbio (suje-se muito, grandemente, gordamente). Resumindo, é a história de um jurado, o Lopes, que recrimina um réu condenado porque ele roubara pouco. “Tudo por uma miséria, duzentos mil-réis! (…) Quer sujar-se? Suje-se gordo!”. Tempos depois, o narrador do conto reencontra o Lopes, agora réu e acusado de ter desviado de um banco cento e dez contos, dinheiro grande na época. Não dou spoiler, meu leitor brasileiro, porque você já adivinhou o desfecho: o homem do “suje-se gordo!” é absolvido”.

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