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A psique do assassino

A psique do assassino
Foto: Reprodução

Fernando Gabeira diz que “não se julga um crime contra a humanidade a partir de uma avaliação psicológica. O que importa são mais de 600 mil mortos e todos os mecanismos de negação oficial responsáveis por esse número escandaloso”.

Ele está certo, claro: a loucura não exime Jair Bolsonaro de ser julgado por seus crimes.

Mesmo assim, Gabeira se aventura a analisar os desvios mais sombrios da personalidade do sociopata:

“Mesmo que seja condenado, Bolsonaro jamais reverá radicalmente seus gigantescos erros na abordagem da pandemia. Aceitar as evidências é algo mais perigoso que perder o governo ou mesmo ir para a cadeia.

Na verdade, há um tipo de angústia que define seu comportamento e que, por sua profundidade, é mais ameaçadora que a própria falta de ar”.

Jair Bolsonaro é um assassino patológico, mas há outro fator que condiciona seus atos, mais raso do que a angústia: sua estupidez avassaladora.

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