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Divulgue o áudio, Luis Miranda

Divulgue o áudio, Luis Miranda
Reprodução/YouTube

Luis Miranda “já está sendo abastecido com pareceres jurídicos sobre as consequências de eventual divulgação de conversa gravada sem anuência do interlocutor”, diz o Estadão.

O áudio da conversa no Palácio da Alvorada é decisivo para o impeachment do prevaricador Jair Bolsonaro.

De acordo com o próprio Luis Miranda, a decisão “deve ser técnica, jurídica e política, e não midiática”.

O sociopata, durante a conversa, acusou Ricardo Barros pelas negociatas com as vacinas, e citou também, segundo minha fonte, Arthur Lira e Ciro Nogueira (leia aqui).

Os pareceres jurídicos dizem que “poderá haver crime caso a gravação contenha algum segredo de Estado. Do contrário, à luz da lei 9.296/96, o deputado não estaria cometendo qualquer infração criminal ou administrativa.”

Não é só isso. Como insinuou Luis Miranda, em sua entrevista para O Antagonista, a conversa não foi gravada por ele, e sim por seu irmão, que pode usá-la em sua defesa.

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