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O analfabeto preferido de Bolsonaro

O analfabeto preferido de Bolsonaro
Reprodução

Ouvi falar em Allan dos Santos pela primeira vez em 8 de fevereiro de 2019, cinco semanas depois da posse presidencial.

Eu havia escrito na Crusoé:

“Só quero saber quantas vezes Jair Bolsonaro defecou hoje. Ele é muito melhor assim: quando se dedica a informar os brasileiros, pelas redes sociais, sobre sua fisioterapia ou sobre suas necessidades fisiológicas (…).

O presidente é incapaz de governar. Ele nunca escondeu isso de ninguém. Depois que se internou no hospital, de fato, algumas coisas passaram a funcionar.”

Allan dos Santos reprovou minha coluna e publicou um comentário indignado no Twitter, prontamente reproduzido no grupo de WhatsApp de O Antagonista. Pensei que ele fosse um analfabeto qualquer, porque seu comentário continha um erro gramatical grotesco, mas os repórteres do site me explicaram que se tratava do analfabeto preferido de Jair Bolsonaro.

Dois anos e meio mais tarde, ele ainda está aqui, como um dos protagonistas do relatório da PF sobre a camarilha digital bolsonarista. Num trecho destacado pelo site, ele usou Olavo de Carvalho para reivindicar que não haveria “nenhum limite para receber aporte financeiro do governo”.

Há um limite, sim: 2022. Os aportes financeiros do governo vão voltar a abastecer os blogueiros lulistas.

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