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O despertador do Moro

O despertador do Moro
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Desoladoramente, fomos dominados por um torpor patológico no momento em que o engajamento seria mais necessário e urgente. Em vez de estarmos esperneando nas ruas, nas redes sociais e na imprensa, com o propósito de pegar o sociopata pelo cangote, arrancá-lo do Palácio do Planalto, condená-lo pelas monstruosidades cometidas durante a epidemia e trancá-lo para sempre numa masmorra, estamos esparramados na cama, em estado comatoso, à espera de um choque nas urnas, daqui a um ano (…).

Conto com a candidatura de Sergio Moro para me tirar da cama e me arrastar até o computador. O ódio que ele desperta em gente que eu desprezo vai me animar durante a campanha. Dependendo do resultado final, porém, corremos o risco de uma parada completa. A OCDE, alguns dias atrás, avisou que o Brasil pode permanecer estagnado pelos próximos 40 anos. A coisa é plausível, uma vez que já estamos estagnados há 40 anos.

Esse é um trechinho da minha coluna na Crusoé, intitulada “O grande sono”. Se quiser ler o resto, assine a revista, por favor.

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