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O home office de Carluxo

O home office de Carluxo
Foto: Dida Sampaio/Estadão

Carlos Bolsonaro, durante a epidemia, empurrou os brasileiros para as ruas, fazendo campanha nas redes sociais contra o isolamento social. 

Os funcionários de seu gabinete, porém, só trabalham em home office. Ou é isso, ou eles são funcionários fantasmas, uma hipótese bem mais complicada para ele, do ponto de vista penal.

Em setembro, por uma semana, a Veja “bateu na porta (trancada) da sala 905 da Câmara de Vereadores carioca. Ninguém atendeu”. 

A reportagem voltou ao local recentemente, e conseguiu encontrar uma assessora. “Uma das justificativas para o gabinete costumar estar às moscas foi de que parte da força de trabalho atuava em uma espécie de Q.G. do clã Bolsonaro em Bento Ribeiro. Fomos lá. Na casa, quase não há movimento. Nas cinco vezes em que a Veja tocou o interfone do imóvel, só foi atendida em uma e a pessoa informou que seguia uma ‘escala’, sem mais detalhes”.

Com ou sem home office, o fato inegável é que o bolsonarismo transformou 600 mil brasileiros em fantasmas.

 

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