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Plano A, plano B e impeachment

Plano A, plano B e impeachment
Foto: Leo Cabral/Flickr

Eduardo Jorge, que anulou seu voto em 2018, tem um plano A e um plano B para 2022.

O plano A:

“Eu defendo Tasso Jereissati, porque a terceira via tem que ter uma capacidade de agregação muito além do normal. Tem que ser um sujeito com experiência administrativa, capacidade de diálogo com setores conservadores, liberais e socialistas. E nesse rol que a gente tem hoje disponível, quem tem mais essa característica é o Tasso. Ele tem credibilidade para dizer que vai fazer apenas um mandato, e depois em 2026 a diversidade e a riqueza da democracia podem se expressar.”

Em entrevista para a Folha de S. Paulo, ele deu também o plano B:

“Ganhar do Bolsonaro no primeiro turno. Isso envolveria um moderado na cabeça de chapa e a esquerda, o Lula, o PT, indicar um vice, que pode ser um governador deles bem avaliado. E compor uma chapa para ganhar no primeiro turno.”

Mas há um plano ainda melhor, com o qual Eduardo Jorge concorda: o impeachment.

Sem o sociopata na disputa, o ex-presidiário perderia sua muleta eleitoral e talvez até desistisse de concorrer.

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