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O Comentarista: Direita debate manifestação do dia 26

Aliados do governo Bolsonaro estão convocando pessoas para uma manifestação no próximo domingo (26). As pautas são variadas, mas muitas mensagens incluem apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime.

Ao mesmo tempo, grupos favoráveis a essas pautas, como o MBL, anunciaram que não vão participar da manifestação pró-governo.

Confira neste post alguns dos tweets mais republicados e entenda esse debate.

1. Chamadas para a manifestação

A base intelectual dos protestos é que o ‘establishment’, representado pelo Congresso, está travando a agenda do governo por não receber cargos e outras benesses do Executivo.

O principal articulador público desse entendimento é Filipe Martins, assessor internacional da presidência. Em sua tese, as ‘vozes cínicas do establishment’ não conseguem entender que “basta que quem foi escolhido líder pelo povo exponha a podridão do sistema e peça mais engajamento popular”.

A aposta desse grupo, portanto, é que a mobilização popular será suficiente para convencer o Congresso a obedecer à vontade do povo, votando na agenda que venceu a eleição de 2018.

Nem todo mundo concorda.

(…)

4. O choque de realidade

Um teste para saber quem está certo nesse debate vai ocorrer nos próximos dias. Primeiro, ao verificarmos o tamanho das manifestações pró-governo no domingo (26). Logo em seguida, na quinta-feira (30), ocorrerá um protesto contra o bloqueio de verbas para as universidades, liderado por movimentos de esquerda.

Para que a tese que embasa a manifestação pró-Bolsonaro triunfe, é necessário que haja muita gente na rua no dia 26. Afinal, a ideia é de que o povo está com o presidente.

O texto completo está AQUI, somente para assinantes de O Antagonista+.

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