A armadilha em que o Brasil se meteu

A armadilha em que o Brasil se meteu
Foto: Isac Nóbrega/PR

“Este final de ano está uma festa, mas que beira à irresponsabilidade”, diz Zeina Latif.

“Não só pelas ruas cheias. Crescem os excessos fiscais e o mercado mostra-se complacente (…).

A pandemia desviou a atenção da precária agenda governamental e a sociedade parece dar o benefício da dúvida ao governo. Ajuda o fato de os erros de política econômica não se materializarem rapidamente. A aprovação de Dilma caiu de forma mais crítica apenas no segundo mandato, quando chegou a fatura dos erros do primeiro.

No entanto, a queda de aprovação poderá vir mais cedo para Bolsonaro, que tantas promessas fez (…).

Bolsonaro, impopular, poderá reagir com populismo na economia, aumentando ainda mais o risco de derrapagem. Em que armadilha o país se meteu…”

Enquanto os banqueiros estiverem ganhando dinheiro e a classe média fora das ruas para protestar, Bolsonaro continuará na Presidência.

Leia mais: Como o candidato Artur Lira já se movimenta para escapar da Justiça valendo-se da parceria com Bolsonaro.
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