A China vai ter de esperar

Governo chinês reportou queda de 18,8% das importações em outubro, mesmo com a economia crescendo – em tese – 6,9% ao ano.

Superávit comercial aumentou para US$ 61,6 bilhões.

Não parecem dados compatíveis com um país que busca reorientar seu vetor de crescimento para a demanda doméstica.

Felizmente, a Bolsa brasileira devolveu tanto na sexta que hoje fica quase indiferente às (des)importações chinesas.

O mercado só consegue pensar uma coisa de cada vez.

Agora chegou a vez do Fed.

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