A colossal incerteza

A colossal incerteza
Foto: Valter Campanato /Agência Brasil

O Brasil pode quebrar mais uma vez, repetindo aquele velho ciclo de default, recessão, fuga da moeda e crise bancária.

Diz Solange Srour:

“As expectativas para a Selic embutidas nos juros futuros para o fim de 2021 e 2022 são 4,8% e 7,4%, respectivamente. Tal precificação reflete em algum grau a expectativa de que a inflação e a Selic subirão.

A principal razão é a colossal incerteza sobre a trajetória futura da política fiscal, que amplia o prêmio de risco (…).

A história é repleta de casos de países que se endividam, quebram e se recuperam. A cada crise, é comum a narrativa de que as velhas regras de análise não se aplicam ao momento em questão, que é visto como diferente dos desastres anteriores.

A evidência empírica é o melhor antídoto contra devaneios.”

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