A falta e a presença do Brasil

O Antagonista informa: não há nenhuma reportagem sobre o Brasil na edição da Economist desta semana. Mas há. A China espera crescer apenas 7% em 2015, e o governo quer aumentar o consumo interno e incrementar o setor de serviços, para fortalecer esses pilares da economia.

Ou seja, a China importará ainda menos commodities brasileiras, agrícolas e minerais, e deverá abrir mais o seu mercado para manufaturados americanos, europeus, japoneses e coreanos, com os quais a indústria brasileira sucateada não tem como competir.

A gente não quer só comida, Gafanhoto

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