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A incompetência (e a conivência) dos bolsonaristas

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A proposta de Paulo Guedes para congelar os reajustes dos servidores foi sabotada pelos próprios bolsonaristas, como lembrou Geraldo Samor.

“A novela começou em abril, quando o ministro Paulo Guedes passou um mês costurando o acordo pelo qual a União daria 125 bilhões de reais aos Estados para combater a pandemia (…).

Em troca, tudo que a União pedia era que os Estados ficassem proibidos de reajustar o funcionalismo até o final de 2021.

Quando o projeto do Senado foi para a Câmara, cerca de 200 deputados — grandes patriotas — tentaram se livrar integralmente da regra que proibia os aumentos, mas perderam no voto. Em seguida, enxertaram várias exceções: a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, policiais legislativos, técnicos e peritos criminais, agentes socioeducativos, funcionários da limpeza urbana, assistentes sociais e bombeiros.

O ponto comum entre os dois episódios: a incompetência (e às vezes conivência) do Governo. Em maio, foi uma emenda do líder do Governo na Câmara, Major Vitor Hugo, que introduziu as exceções que permitem os aumentos.”

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