"A probabilidade de reforma é menor do que o mercado estima"

Paulo Leme é mais pessimista do que o resto do mercado financeiro.

Ele diz:

“Será que o mercado precificou corretamente o efeito do governo Bolsonaro no kit Brasil (Bolsa, câmbio, juros e CDS)? (…).

O mercado subestimou a dificuldade que o presidente teria para governar. Desde abril, a realidade política de Brasília se impôs, dissipando a esperança que animava o mercado e os empresários. Hoje, sabemos que o governo enfrenta grandes dificuldades para se articular e implementar a política econômica. Além disso, o governo dilapida o seu capital político ao tropeçar nas próprias confusões.

Ao incorporar esses novos dados sobre o cenário político (e descontando o meu viés pessimista), a probabilidade de que o governo aprovará as reformas econômicas necessárias para evitar uma crise fiscal e gerar crescimento é menor do que o mercado estima.”

"Nem oito, nem oitenta": leia artigo de Ana Paula Henkel sobre o embate entre Bolsonaro e a oposição. Leia mais
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