Agonia lenta

Era para ser rápido e fulminante: um choque fiscal que ressuscitasse a economia brasileira como um desfibrilador. Mas se transformou em uma agonia lenta. As medidas do ajuste fiscal caíram na mediocridade da política rasa da presidente Dilma Rousseff e seus infiéis aliados do Congresso, que cobram caro por um apoio ralo. E o pior: o acerto de contas está longe do fim. Para o banco de investimentos Goldman Sachs, ele pode demorar quatro anos… ou mais. E pode não dar em nada, se não chegar a uma economia de, pelo menos, 3% do PIB.

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