Ajustando as prioridades

O governo de Michel Temer, quando ainda interino, começou estabelecendo três prioridades no campo da economia:

1) A PEC dos gastos públicos;

2) A reforma da Previdência;

3) A reforma trabalhista.

Tudo isso para atrair investimentos, retomar a credibilidade e, com ela, a criação de empregos. Era a receita da era pós-Dilma para salvar o país do buraco em que ainda nos encontramos.

Na semana passada, a reforma trabalhista ficou para 2017. Hoje, a reforma da Previdência também foi jogada para o ano que vem.

Por enquanto a PEC se segura, com grandes chances de ser desfigurada no Congresso.