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Bolsonaro e o coronavoucher

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O Estadão, em editorial, defende que o governo prorrogue o coronavoucher de 600 reais por mais alguns meses.

“Bolsonaro sempre preferiu fazer pouco da doença, dos doentes e dos que cuidam deles, investindo as energias nacionais em debates inúteis sobre remédios miraculosos e sobre supostas fraudes nos números de mortos para prejudicá-lo. Desfez-se de dois ministros da Saúde porque estes se recusaram a avalizar seus devaneios e segue dizendo que ‘não podemos deixar que o efeito colateral do tratamento da pandemia’, isto é, a paralisia econômica, ‘seja mais danoso do que a própria pandemia’ – como se o fechamento de fábricas fosse mais grave do que a morte de milhares de cidadãos.

Para Bolsonaro, cabe a seus desafortunados governados encontrar maneiras de sobreviver como puderem à pandemia, porque, se depender da disposição do presidente, o máximo que os milhões que correm o risco de ficar sem auxílio emergencial ouvirão de seu governo é: ‘E daí?’”.

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