Covardia concreta

Joaquim Levy “optou pelo silêncio ao fim da reunião” com Dilma Rousseff.

Segundo O Globo, “interlocutores do Planalto” disseram que “ele quer ver as promessas da presidente se converterem em ações concretas”.

Mentira.

O preposto do presidente do Bradesco “optou pelo silêncio” porque é covarde. E quem vazou aquela frase para o jornal só pode ter sido um de seus assessores, se é que não foi ele mesmo.

Joaquim Levy sabe que as promessas da presidente não valem nada. E que as dele valem menos ainda. Joaquim Levy e Dilma Rousseff prometeram entregar um superávit primário de 1,13% em 2015, mas depois de suas “ações concretas” o superávit se tornou um déficit de sabe-se lá quanto.

É uma gente desprezível.

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