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Crusoé: as antirreformas de Bolsonaro

O governo conseguiu fazer com que o mercado financeiro prefira deixar as reformas econômicas "para depois", com medo das distorções
Crusoé: as antirreformas de Bolsonaro
Foto: Isac Nóbrega/PR

O governo de Jair Bolsonaro teve a proeza de criar uma situação inusitada, diz a Crusoé: por causa da distorção das reformas encaminhadas ao Congresso, o empresariado agora prefere deixá-las para depois.

“Para tentar aprovar propostas como as reformas tributária e administrativa, além de privatizações como a da Eletrobras, o governo precisou fazer concessões ilimitadas a parlamentares e segmentos com forte poder de lobby no Congresso. Essa rendição do Planalto aos interesses paroquiais de senadores e deputados acabou por desvirtuar as propostas essenciais para a retomada do crescimento, simplificação do sistema tributário brasileiro e moralização do serviço público.

Hoje, o entendimento de segmentos do setor produtivo é o de que, ao invés de combater privilégios e distorções, os projetos do governo remendados no Congresso ampliam benesses, aumentam os gastos públicos e favorecem pequenos grupos. Portanto, é quase um consenso entre eles de que, agora, o caminho mais seguro é esperar o fim do governo Bolsonaro para voltar a discutir as reformas econômicas.”

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