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CVM aceita acordo em caso de suposta interferência de Bolsonaro na Petrobras

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A CVM, que regula o mercado de ações no Brasil, fechou um termo de compromisso de R$ 300 mil com Rafael Grisolia, ex-diretor de Relações com Investidores da Petrobras, informa o Estadão.

O acordo põe fim ao processo administrativo que apurava o motivo de a estatal não ter publicado fato relevante ao mercado, em abril de 2019, sobre a decisão de manter o preço do diesel congelado após ter anunciado, horas antes, que reajustaria o combustível em 5,7%.

Na época, a suspensão do aumento foi creditada à interferência política de Jair Bolsonaro –o próprio presidente admitiu ter ligado para Roberto Castello Branco, o presidente da estatal, exigindo a manutenção do preço do diesel.

Como consequência, as ações da Petrobras despencaram. Apesar disso, a companhia não divulgou fato relevante –e, com isso, a CVM abriu processo para apurar a atuação do diretor de RI no episódio.

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