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Decreto de Bolsonaro aumenta IOF para custear novo Bolsa Família

Segundo o governo, alta do imposto até o fim deste ano permitirá arrecadação extra de R$ 2,14 bilhões; nova tabela, porém, ainda não foi divulgada
Decreto de Bolsonaro aumenta IOF para custear novo Bolsa Família
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (16) decreto para elevar, até o fim de 2021, a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O dinheiro arrecadado será usado para custear o Auxílio Brasil, proposto pelo governo para substituir o Bolsa Família.

A informação foi divulgada pelo Planalto. Segundo o governo, a alta do IOF valerá para operações de crédito de pessoas físicas e de empresas, e a mudança vai vigorar entre a próxima segunda-feira (20) e o dia 31 de dezembro.

Até as 21h de hoje, o governo ainda não tinha divulgado a nova tabela do IOF, e o decreto ainda não havia sido publicado no Diário Oficial da União.

Segundo o jornal Valor Econômico, a tendência é que a alíquota anual passe de 1,5% para 2,04% para as empresas e de 3% para 4,08% para as pessoas físicas.

De acordo com o governo, a alta do IOF permitirá uma arrecadação extra de R$ 2,14 bilhões para custear o novo Bolsa Família. O G1 observa que, ao definir a mudança por decreto, Bolsonaro evita que o tema seja analisado pelo Congresso.

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