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"É uma grande bobagem", diz presidente do Banco do Brasil, sobre 'keynesianismo de Guedes'

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O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, saiu em defesa da equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro em meio à pandemia da Covid-19 e rebateu associações das medidas que estão sendo adotadas ao keynesianismo, corrente que defende a intervenção estatal para manter o bom funcionamento da economia.

No mês passado, para citar um exemplo, o empresário Abílio Diniz disse que “Paulo Guedes é liberal, mas em momentos de crise somos todos keynesianos”.

“É uma grande bobagem”, disse o presidente do BB em mensagem enviada a O Antagonista.

“Keynes pregava o incremento de gastos públicos para compensar eventuais quedas na demanda agregada. Entendia que, em momentos de forte crise de confiança, a política monetária poderia ser incapaz de, por si só, recolocar a economia em pleno emprego”, completou Novaes.

Para ele, o que a equipe econômica tem feito “é aliviar o infortúnio dos mais vulneráveis e dar suporte às empresas para que estejam íntegras no momento da retomada”.

“Diria que é essencialmente uma política de seguridade social, nada tendo a ver com o receituário keynesiano de suplementação de demanda, totalmente ineficaz quando a oferta está travada por decretos que impedem a produção e o comércio”, afirmou.

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