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Endividamento das famílias é recorde e chega a 59,9% em junho

O dado, divulgado há pouco pelo Banco Central, mostra que as famílias brasileiras têm menos dinheiro disponível para gastar
Endividamento das famílias é recorde e chega a 59,9% em junho
Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

O endividamento das famílias registrou novo recorde em junho e chegou a 59,9%, segundo dados divulgados há pouco pelo Banco Central (BC). Retirando da conta os financiamentos imobiliários, o indicador chega a 37,1%.

Em junho de 2020, o endividamento das famílias era de 49,4%. Descontado os financiamentos imobiliários, chegava a 30%.

O endividamento das famílias é a relação percentual entre o saldo das dívidas das famílias no mês de referência e a renda acumulada em doze meses, definida pela massa salarial. Na prática, quanto maior o indicador, menos dinheiro as famílias têm para gastar.

Segundo o chefe do Departamento de Estatística do BC, Fernando Rocha, o indicador é monitorado para avaliar a estabilidade do sistema financeiro e para definir as ações de educação financeira da autoridade monetária.

“O BC olha e monitora constantemente as condições do crédito do sistema financeiro nacional, o que parece estar evoluindo sem maior risco. Do ponto de vista das famílias, a questão fundamental é que o seu acesso, das pessoas físicas, ao endividamento, seja feito com educação financeira e esclarecimento sobre as condições de financiamento”, disse Rocha.

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