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Equipe econômica vê decisão dos EUA como "dano colateral"

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A decisão dos EUA de retirar o Brasil da lista de países em desenvolvimento que desfrutam de benefícios comerciais é vista pela cúpula da equipe econômica como um “dano colateral”.

“Eles querem é pegar China e, provavelmente, Índia. Não tem como excetuar o Brasil. Seria difícil escrever uma legislação identificando os países nominalmente. Os parâmetros da lei devem ser genéricos para pegar vários países em condições semelhantes”, afirma um assessor que acompanha o tema.

Ao todo, foram afetados 19 países – Argentina e Colômbia também estão na lista – que agora podem ser alvo dos EUA caso seja comprovado que eles subsidiam produtos acima de um determinado teto.

O principal objetivo do governo Trump é reduzir o número dos países em desenvolvimento que poderiam receber tratamento especial sem serem afetados por barreiras contra seus produtos.

A mudança, segundo avaliação preliminar, deve ter efeito restrito na relação bilateral.

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