Futuro desolador

Por trás do novo corte da nota de risco do Brasil, anunciado nesta quarta-feira pela Standard & Poor’s, encontra-se um futuro desolador. Para a agência americana, as perspectivas nacionais, que já eram ruins, ficaram ainda piores. Nos próximos anos, veremos o governo se endividar ainda mais, com a dívida líquida batendo em 70% em 2017; o rombo nas contas públicas permanecer em 1% do PIB até o ano que vem; e a renda estagnar em patamar inferior ao de 2015 – que já foi ruim. Deu para entender o que aguarda os brasileiros?