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"Acordo para as compras governamentais é um ataque frontal à corrupção"

Paulo Guedes disse em Davos que o Brasil vai garantir o acesso de empresas estrangeiras a concorrências públicas:

“É o acordo pelo qual nós agora passamos a admitir empresas de fora também para todas as compras que a gente fizer, um tratamento isonômico. O Brasil está querendo entrar para primeira liga, primeira divisão de melhores práticas. E isso realmente é um ataque frontal à corrupção.

Um tema importante na campanha do presidente Bolsonaro foi acabar com a corrução. E nós sabemos que boa parte da corrupção foi permitida exatamente com coisas de governo: empreiteiras, obras governamentais, coisas desse tipo.”

Paulo Guedes referia-se ao Acordo sobre Compras Governamentais, mantido pela OMC, que estabelece para os países signatários uma série de compromissos em matéria de transparência e acesso aos mercados nacionais de compras públicas:

“O Brasil é um país querendo crescimento, competição, melhores oportunidades e se livrar de corrupção. Então esse acordo para as compras governamentais é um ataque frontal à corrupção. São as melhores práticas e toda vez que o governo vai comprar alguma coisa entra todo mundo. Não dá para fazer aqueles acordos pra financiamento de campanha: eu ajudo a te eleger e depois você me dá recursos públicos”

O G1 explicou que, “desde 2017, o Brasil participa do grupo como membro observador. O ministro não informou, porém, a data que o Brasil irá aderir oficialmente ao acordo.”

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